Ambiente Colaborativo

A ideia de coworking remete à de freelancer. Aquele profissional autônomo que por vezes tem trabalho, outras não.  Aquele profissional que, pobrezinho, mesmo tendo trabalho sempre, não se sente seguro para se comprometer com o aluguel de um imóvel porque não está inserido no “mercado formal”. Só que não.

Quem entra em um coworking encontra, a principio, pessoas felizes. Profissionais liberais que valorizam suas horas de trabalho tanto quanto as horas de lazer, que decidem quando, como e com quem querem trabalhar. Pessoas criativas, que amam o que fazem, que não vivem tensas para “bater o ponto”, que não precisam fingir que estão trabalhando quando terminam suas tarefas mais cedo. E além de tudo isso, pessoas que gostam de pessoas, e por isso procuram um ambiente cheio delas. A vantagem da economia com o aluguel é apenas consequência.

O ambiente efervescente dos coworkings é tão interessante que chamou a atenção de grandes empresas interessadas em inovação. Escritórios considerados “de sonho” para qualquer assalariado como os da Apple e Google têm seu conceito inspirado no escritório coletivo. E era exatamente essa a ideia de americano Brad Neuberg quando criou o primeiro espaço de coworking – literalemente, “trabalhando junto”, em 2005. Uma comunidade na qual profissionais de diferentes expertises trabalhassem lado a lado com descontração, flexibilidade e dinamismo. Sem hierarquia, apenas colaboração.

Mas ter esse ambiente na própria empresa não é privilégio de freelancer e grandes corporações.  A alemã Orderbird, criadora de um sistema de pagamento online para dispositivos móveis iOS, funcionava em um coworking quando era apenas uma startup com meia dúzia de funcionários. Uma jogada proposital de seus fundadores, que já relataram em entrevistas a intenção de ter contato com outras iniciantes como a deles naquele estágio de evolução, facilitando parcerias estratégicas e captação de recursos.

Caso semelhante é o da empresa Retroca, de venda de roupas infantis usadas online, que escolheu iniciar suas atividades na Casa de Viver em 2015. Além de economizar até que o negócio crescesse seus sócios, que não tinham filhos, aproveitaram o ambiente de nicho para observar de perto seu público-alvo e assim otimizar suas operações.

Renata e Júlia, psicólogas por formação, fizeram o mesmo quando viram que não havia roupas infantis com estilo retro e sofisticado no mercado e decidiram montar sua própria marca, a Aurora Teodora.  “Encontramos a Casa de Viver em uma comunidade de mães online e vimos que era nosso lugar. Amamos ter mulheres mães que trabalham e também ter as crianças por perto. Sentimos que é nosso lugar”, resumem.

Quer conhecer a Casa de Viver e ver se aqui também é seu lugar? Agende uma visita pelo telefone (11) 5083-1291.

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