História da Casa de Viver

História

Aberta em 2015, a Casa de Viver foi o primeiro coworking do Brasil em que era possível levar os filhos. Enquanto você trabalhava em um escritório compartilhado, seu filho se divertia com as cuidadoras e outras crianças no espaço de brincar, ao seu alcance para amamentação, almoço em família e um abraço sempre que a vontade batia.

A ideia era unir todos os aspectos importantes da vida – família, trabalho e outras atividades que nos fazem bem – em um só lugar, criando uma rede de suporte única para o crescimento pessoal e profissional.

A história da Casa de Viver começou em julho de 2013, quando eu, Carina, até então mãe apenas da Brigitte, de 5 anos (hoje também mãe da Clara, nascida em 2014, e do Eric, em 2016), resolvi que não dava mais para continuar com um trabalho nada alinhado ao meu propósito de vida, e que ainda me impedia de ser mais presente na vida da Brigitte, que ficava quase 12 horas na escola.

Do nascimento da ideia até a sua concretização, foram vários meses de pesquisas, contatos, planejamento, rodas de conversas com mães e eventos de networking.

Num desses eventos, conheci a Fernanda, mãe da Lívia e do Theo, que soube da ideia da Casa de Viver e reconheceu nela um sonho e uma necessidade que ela também sentia. 

Depois, já na busca de um endereço para a Casa, conhecemos a Thaty, também mãe, que se tornou a terceira sócia quando da abertura da Casa. Com o tempo, outras mães se juntaram a nós para fazer esse sonho continuar.

Uma Casa feita de pessoas

A Casa de Viver foi e é feita de pessoas: mães, pais, filhos – uma comunidade que se fortalece a cada dia, a cada evento, a cada encontro, a cada troca.

Nosso espaço físico visava a construção e o fortalecimento de relações.

Da mesma forma, nosso espaço virtual hoje nos convida a criar, empreender, encontrar apoio, experimentar o que é importante, sem nos desconectarmos da família, sem fragmentarmos nossa essência, em contato com uma comunidade de pessoas focadas em criar uma nova forma de organizar a vida, a economia e as relações.

A Casa de Viver se destina a acolher oportunidades de aprendizado e autodesenvolvimento, pessoal e profissional, rodas de conversa, networking, diversão e crescimento.

Como espaço físico, a Casa de Viver possibilitava tudo isto: trabalho, realização, significado, sem fragmentar a vida, sem deixar de lado o que é importante.

Durante os 2 anos e meio em que participei da Casa de Viver, participamos de duas acelerações: o 3º Ciclo de Aceleração da Yunus Negócios Sociais e o Artemília LAB Primeira Infância. Também tivemos o privilégio de aparecer em diversas matérias de vários veículos de comunicação, como Folha de S. Paulo, Estadão, Crescer, Pais&Filhos, Globo, TV Cultura, entre outros.

Em 2017, por pressões familiares e financeiras, com muito pesar precisei me desligar da Casa de Viver. Ela seguiu com outras sócias, mas encerrou atividades no início de 2019.

Mas os ideais que deram origem ao conceito da Casa de Viver continuam vivos em mim. E esse propósito se reflete nos trabalhos que a Casa oferece hoje: Círculo de Apoio e Escuta Ativa para Mães, práticas de meditação e retiros para mães e famílias.